
As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram a morte de Essam al-Da’alis, chefe de governo do Hamas na Faixa de Gaza, durante uma ofensiva militar. O comunicado oficial destacou a morte do chefe de governo do Hamas como um golpe significativo para o grupo. Ele desempenhava um papel fundamental na administração da organização na região, bem como na integração de seus diversos ramos para operações consideradas terroristas por Israel.
O exército israelense afirmou ter eliminado outros líderes do Hamas, entre eles Mahmoud Abu-Watfa, Bahajat Abu-Sultan e Ahmed Alhata. Com tudo, essa ação faz parte de uma série de investidas contra alvos estratégicos do Hamas e da Jihad Islâmica. No entanto, a operação também marcou a ruptura da trégua estabelecida em janeiro, aumentando a tensão no conflito.

Consequentemente, a retomada dos bombardeios resultou em um saldo trágico, com mais de 400 mortos e centenas de feridos, conforme informações do Ministério da Saúde de Gaza. Além disso, diante desse cenário, familiares de reféns israelenses protestaram contra a ofensiva, pois temem que os ataques dificultem as negociações para a libertação dos sequestrados.
✅ Receba as notícias do PanoramaPE no seu WhatsApp
Por outro lado, o governo israelense justificou a operação alegando que o Hamas rejeitou propostas para um novo cessar-fogo. Assim, o ataque reacendeu as tensões na região e agravou ainda mais a crise humanitária em Gaza. Elevando a pressão internacional sobre as partes envolvidas no conflito.